Em Itacaré - Bahia

De julho a outubro de 2015

 

whale watching

 

 

 

 

Os maiores mamíferos do planeta em seu habitat natural!

 

 

 

 

 

 

As Baleias Jubarte (Megaptera novaeangliae) podem atingir 16 metros de comprimento e pesar 40 toneladas! Apesar das suas enormes proporções, é extremamente dócil e famosa por suas acrobacias e por seu "canto" no período reprodutivo.

 

As Jubartes realizam extensas migrações, das águas geladas ao redor dos pólos até águas tropicais onde permanecem de julho a novembro para se reproduzir. No Brasil, elas encontram no Banco dos Abrolhos e ao longo da costa da Bahia um berçário ideal para essas atividades, com águas quentes e relativamente tranqüilas.

   

 

 

 

 

Integrado.

Em Abril de 1996 foi criado o Instituto Baleia Jubarte - Organização Não Governamental sem fins lucrativos - que tem por objetivo alavancar o desenvolvimento das atividades de pesquisa do Projeto Baleia Jubarte e de outros projetos que visem a melhoria da qualidade de vida das comunidades litorâneas desta região, como, por exemplo, o Programa de Educação e Informação Ambiental e o Projeto de Gerenciamento Costeiro Integrado.    

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

DESCRITIVO DO PASSEIO

Na Praia da Concha, as 09:00 hrs,  o grupo participará de uma palestra de aproximadamente 30 min, em português. Os pesquisadores passarão informações sobre a vida e os costumes destes animais e também sobre as ações realizadas por organismos nacionais e internacionais para coibir a caça indiscriminada das Jubartes. Após a palestra o grupo será conduzido para o embarque na embarcação ITAJUBARTE, onde será apresentado à tripulação.
O embarque na escuna é feito com bote inflável em pequenos grupos. Logo após o embarque o capitão da escuna passa informações sobre segurança informando a todos a localização e a forma de utilização dos equipamentos de emergência caso necessário. Na escuna haverá um buffet de frutas típicas, biscoitos e água mineral. É proibido o uso de bebidas alcoólicas à bordo. O uso de coletes é obrigatório durante todo passeio. É terminantemente proibido nadar durante o percurso, mesmo que a embarcação esteja parada.
Duração prevista: 4 hrs

VALOR – R$ 120,00 por pessoa

DICAS IMPORTANTES:

É recomendável levar consigo um agasalho para frio.

O ENJÔO:
O balanço do barco pode provocar náusea, tontura e enjôo, sintomas da cinetose, de acordo com o otorrinolaringologista Arthur Menino Castilho, da Unicamp, eles ocorrem quando há conflito de informações entre labirinto, visão e tato: os olhos vêem uma coisa e a pessoa sente outra, sendo assim temos algumas dicas importantes para tornar o passeio mais agradável.

ANTES DE EMBARCAR (para prevenir o enjôo)
>Evite cigarro, álcool e alimentos que contenham cafeína (café, chá preto, refrigerante e chocolate)
>Coma alimentos leves
>Disponibilizamos Dramim B6 no ato da palestra ou consulte seu médico para opção de medicamento anti-náusea. (Atenção: todo medicamento deve ser administrado sob orientação médica, consulte seu médico)

  • Não é possível garantir nem prever o número de baleias que podem ser vistas durante o passeio;
  • Avistando uma baleia a única certeza do comportamento que ela vai realizar é o borrifo e a exposição da nadadeira dorsal;
  • Os comportamentos aéreos como saltos batidos de peitoral, batida de caudal PODEM ser vistos durante a saída mas dependem da composição do grupo e do comportamento das baleias, sendo assim não é possível prever quando os mesmos podem acontecer;
  • As baleias podem ser avistadas logo na saída do barco do porto bem como até a duração final do passeio que é de 4horas;
  • As informações sobre a biologia e normas de avistagem das baleias são fornecidas na palestra;
  • Em média a duração da navegação até a área onde se encontram as baleias dura cerca de 45min à 1h dependendo das condições climáticas;
  • As condições climáticas como vento e ondas são sempre consultadas antes das saídas mas as mesmas podem mudar durante o passeio;
  • Por melhores que forem as condições de vento e ondas o BARCO BALANÇA;
  • Roupas leves para o passeio são aconselhadas sempre com um traje de banho por baixo, pois durante o embarque e desembarque as pessoas podem se molhar, toalhas, capa de chuva e casacos ficam a critério do cliente;
  • O uso de protetor e bloqueador solar é sempre aconselhado;
  • NUNCA INFORMAR AO TURISTA QUE A POSSIBILIDADE DE AVISTAR UMA BALEIA É DE 97,1% POIS ESSA INFORMAÇÃO NÃO É VERDADEIRA, a possibilidade real de avistar uma baleia é de 50% ou a pessoa vê a baleia ou não vê.

•  OBSERVAÇÕES:

•  Em caso de cancelamento do passeio devido à condições climáticas, será marcada uma nova data para a saída ou o valor pago será integralmente reembolsado ao cliente.

•  Em caso de não avistagem de baleias durante o passeio não haverá  nenhum tipo de ressarcimento e nem a possibilidade de alocar o cliente em uma nova saída.

 

 

HOR

EVENTO

09:00

Encontro na praia da Concha

09:15

Início da palestra

9:45

Embarque na Escuna

9:55

Apresentação e demonstração de como utilizar os equipamentos de segurança da embarcação

10:00

Inicio da navegação

14:00

Desembarque da Escuna

 

QUEM SÃO AS BALEIAS JUBARTES?


A BALEIA JUBARTE (Megaptera novaeangliae) é um dos maiores animais que habitam o planeta Terra. Pode atingir 16 metros de comprimento e pesar 40 toneladas! Apesar das suas enormes proporções, é extremamente dócil e famosa por suas acrobacias e "canto" no período reprodutivo. As Jubartes realizam extensas migrações, das águas geladas ao redor dos pólos até as águas tropicais, onde permanecem de julho a novembro para se reproduzir. Após uma gestação de aproximadamente onze meses, dão à luz um único filhote, que permanecerá sendo amamentado quase durante um ano inteiro. Geralmente uma baleia jubarte adulta terá um filhote a cada três anos somente. O filhote já nasce com cerca de 3 metros de comprimento, podendo pesar até 3 toneladas e mama cerca de 200 litros de leite por dia. No Brasil, elas encontram no Banco dos Abrolhos e ao longo da costa da Bahia um berçário ideal para essas atividades, com águas quentes e relativamente tranqüilas.
A proibição da caça à baleia no Brasil teve início em 1987 após mais de uma década de campanha, quando as organizações em defesa das baleias se opuseram aos interesses de empresários e políticos ligados à indústria baleeira. O antigo conceito de que uma baleia só tinha valor quando abatida para consumo foi substituído pelo reconhecimento da importância ecológica e de seu valor como importante fonte de renda para a indústria do turismo. Atualmente o turismo de observação de baleias resulta na geração de benefícios econômicos para as comunidades locais nas regiões onde é realizado, valorizando a conservação das baleias como um recurso natural vivo.
O Instituto Baleia Jubarte, com sede na Bahia é responsável pela proteção e pesquisa da espécie e possui duas bases de pesquisa e educação ambiental, uma em Caravelas, extremo Sul e outra em Praia do Forte, litoral norte da Bahia.
A bióloga Márcia Engel, diretora presidente do Instituto Baleia Jubarte, revela que, segundo levantamento realizado pelo IBJ, uma população de cerca de 6 mil baleias migra todos os anos para o litoral brasileiro, desde o Rio Grande do Norte até o Rio de Janeiro. O local de maior concentração reprodutiva é o Banco dos Abrolhos, no sul da Bahia.
O IBJ também realiza atividades de monitoramento do turismo de observação de baleias, censo aéreo, análises genéticas e de poluentes, estudos de comportamento e do canto das baleias, estimativas populacionais e da distribuição das baleias jubarte e estudos sobre a ecologia dos botos cinza (Sotalia guianensis) e sua interação com barcaças que transportam celulose no extremo sul do litoral da Bahia.

Encalhes das baleias


O problema freqüente durante a temporada reprodutiva das baleias no Brasil é o encalhe. Além das causa naturais, diversos são os fatores que podem levar uma baleia a encalhar. Encalhe em redes de pesca, colisão com embarcações, doenças que causem debilitação ou desorientação nos animais e poluentes são os principais motivos. Filhotes que se perdem das mães, por exemplo, podem encalhar porque nesta fase da vida são completamente dependentes do leite materno para se alimentarem. Também é comum as baleias morrerem no mar e sua carcaça ser carregada pelas correntes até as praias. Em 2006, os pesquisadores do Instituto Baleia Jubarte atuaram em sintonia com um importante parceiro no registro e resgate de animais encalhados nas praias do litoral da Bahia, o Instituto Mamíferos Aquáticos. "A atuação conjunta entre o IBJ e IMA foi no sentido de tentar resgatar os animais que encalharam vivos, procurando medicá-los e devolvê-los para o mar", explica o coordenador do IMA, o médico veterinário Gerson Norberto. No caso de animais mortos, os Institutos procuraram atuar em parceria com as autoridades municipais para que as carcaças fossem removidas das praias, reduzindo o risco para a saúde pública e destinadas a locais adequados, onde pudessem ser examinadas na tentativa de se estabelecer a causa da morte.

Normas para avistagem de baleias


Para evitar que as baleias sejam molestadas durante seu período reprodutivo, o Ibama baixou a portaria 117/96, alterada pela portaria 24/2002, que estabelece 7 normas para a observação dos mamíferos marinhos.
São elas:
1. Não aproximar as embarcações de qualquer espécie de baleia cachalote e orca, com o motor engrenado, a menos de 100 metros do animal mais próximo. O motor deve ser mantido em neutro para baleias jubarte. E desligado ou em neutro para outras espécies.
2. Não reengrenar ou ligar o motor para afastar-se do grupo antes de avistar as baleias claramente na superfície, a uma distância de, no mínimo, 50 metros da embarcação.
3. Não seguir qualquer baleia por mais de 30 minutos, com o motor ligado, ainda que respeitadas as distâncias.
4. Não interromper, tentar alterar ou dirigir o curso do deslocamento de cetáceos (baleias e golfinhos) de qualquer espécie.
5. Não dividir ou dispersar grupos nem produzir ruídos excessivos a menos de 300 metros do animal.
6. Não despejar qualquer tipo de detrito no mar, a menos de 500 metros de qualquer cetáceo. As demais proibições de despejos de poluentes devem ser observadas de acordo com a Lei.
7. Evitar aproximação caso outras duas embarcações estejam próxima do grupo ou indivíduo em observação.

8. Não mergulhar ou nadar junto das baleias.

Mais informações: Instituto Baleia Jubarte www.baleiajubarte.com.br

RESERVAS:

ECO TRIP VIAGENS E TURISMO LTDA
Rua João Coutinho, 235 - Centro / Itacare - Bahia
(73) 3251-2191  (73) 9968-6859  (73) 9955-7385  
 site: www.ecotrip.tur.br   e-mail: ecotrip@ecotrip.tur.br

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Observação de Baleias